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The Fashion Runaway

Crédito: Reprodução/Freepik

Que a leitura é um hábito isso você já deve ter ouvido um milhão de vezes, porém com as rotinas cada vez mais atribuladas, reservar um tempo para se dedicar a um livro acaba sendo algo que poucas pessoas conseguem fazer. Por isso mesmo os feriados prolongados, como o da próxima semana, acabam sendo uma época perfeita para começar - e o mais importante terminar - algum exemplar. 

Como sou uma leitora ávida - ano passado consegui ler trinta obras, uhul -, resolvi trazer dicas de livros que eu li e que acho que poderiam ser perfeitos para esse período de folga.

1. A Amiga Genial, Elena Ferrante

A Amiga Genial, Elena Ferrante

Nenhum outro livro que eu li em 2020 me impactou tanto quanto a Série Napolitana da Elena Ferrante, a escritora misteriosa mais querida deste mundo, composta por quatro livros, que contam a história de amizade da infância à vida adulta de duas meninas, Lenu e Lila. O primeiro se chama 'A Amiga Genial' e acompanha as garotas até a adolescência.

 Ao longo do romance pude sentir as angústias das amigas, celebrar suas conquistas e querer me teletransportar para o cenário napolitano tão incrivelmente descrito por Ferrante. O resultado dessa combinação fez com que a série imediatamente entrasse para a lista das minhas leituras favoritas da vida.

2. Beach Read, Emily Henry

Beach Read, Emily Henry

Apesar de normalmente divertido, esse tipo de romance não se enquadrava no meu gênero favorito até eu devorar esse aqui. Então, se ler em inglês não é um problema para você, eu não tenho outra coisa a fazer se não te recomendar 'Beach Read'. 

Na história, January é uma escritora no meio de uma crise existencial que se muda para uma casa de praia deixada para ela por seu recém-falecido pai e descobre, ao chegar no local, que seu maior rival da faculdade, Gus, é seu vizinho.

Eu juro que o livro é perfeito e menos clichê do que os outros do gênero, apesar da vaga descrição do parágrafo acima soar como boba. Eu simplesmente amei tanto que mesmo tendo terminado a leitura há um mês ainda não consigo parar de pensar nela, nos personagens, no local onde se passa... Enfim, mora no meu coração e vou indicá-lo para sempre. Tudo que eu precisava em 2020!!

3. A Casa Holandesa, Ann Patchett

A Casa Holandesa, Ann Patchett

Quando eu li esse livro, bem no início do ano, ele sequer havia chegado em terras brasileiras, por isso eu o li em inglês mesmo, mas a Intrínseca trouxe ele para cá e eu não poderia ter ficado mais contente com isso. 

Em 'A Casa Holandesa' acompanhamos a trajetória dos irmãos Danny e Maeve, que viram o desmoronamento de suas vidas após a morte do pai.

O livro, um dos finalistas do prêmio Pulitzer, é simplesmente emocionante, narrando de maneira muito sensível a complexidade das relações familiares e a cumplicidade e suporte que os irmãos encontram um no outro ao longo de cinquenta anos.


E aí, já leram algum desta lista? Compartilhe comigo suas leituras favoritas, estou curiosa para saber.


Veja também: 5 podcasts que falam sobre saúde mental para ouvir
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Desde que Bridgerton foi lançada em dezembro pela Netflix, a internet não fala de outra coisa. Inspirada no best-seller de Julia Quinn, ‘O Duque e Eu’, a produção conquistou milhares de fãs ao redor do mundo, instantaneamente se tornando um sucesso na plataforma de streamings.

A primeira temporada da série, que é produzida por ninguém menos que Shonda Rhimes, tem como protagonistas Dafne Bridgerton e o Duque de Hasting e narra a evolução da relação entre os personagens interpretados pelos atores Phoebe Dynevor e Regé-Jan Page. 

Foto: Reprodução/Netflix

Além do romance, outro ponto que chama bastante atenção é, sem dúvidas, o figurino de época, mais precisamente do século XIX, marcado por vestidos com silhueta sino, mangas bufantes, corsets e acessórios de cabelo. 

Foto: Reprodução/Netflix

O ressurgimento de alguns elementos característicos do século XIX já vinha acontecendo algumas temporadas atrás. Marcas como Simone Rocha, Erdem, Rodarte, por exemplo, mantêm em seu DNA o romantismo do período. Agora, considerando o sucesso feito por Bridgerton, é mais do que esperado que isso se intensifique. 

Então, prevendo que elementos fashion da época ficarão ainda mais populares, separamos abaixo 9 looks atuais que com certeza poderiam estar no figurino da série. Confira:

alyssa coscarelli usa vestido amarelo bebe estampado mini floral mangas longas com punho de elástico e decote quadrado com amarração de fita combinado com bolsa palha e chinelo flatform preto
Foto: @alyssainthecity. (Reprodução/Instagram)
sara waiste usa blusa amarelo bebe decote quadrado com babados e amarração de fita e manga longa com babado no punho combinada com saia acetina estampada e rasteirinha chloé
Foto: @sara_waiste. (Reprodução/Instagram)
zeena shah usa vestido azul bebe com brilhos babados na barra e no punho da manga 3-4 combinado com meias rosas e pantufas
Foto: @heartzeena. (Reprodução/Instagram)
monikh dale usa vestido longo off-white com busto franzido e manga curta bufante
Foto: @monikh. (Reprodução/Instagram)
rachael clifton usa blusa branca com estampa mini floral amarelo com gola peter pan e manga longa com punhos de elástico combinada com shorts cor areia e loafers marrom
Foto: @bubblyaquarius. (Reprodução/Instagram)
thandi usa vestido midi silhueta sino branco com decote quadrado princesa e mangas bufantes com rasteira de tiras brancas e bolsa de palha
Foto: @thandimaq. (Reprodução/Instagram)
caroline daur usa blusa retro branca com manga longa trompete combinada com calça preta de alfaiataria bota coturno tratorado prada
Foto: @carodaur. (Reprodução/Instagram)
fanny ekstrand usa blusa manga bufante e decote quadrado princesa nas cores azul e verde brilhoso com calça de alfaiataria khaki combinada com sandália flip flop preta e bolsa preta
Foto: @fannyekstrand. (Reprodução/Instagram)
linn eklund usa casaco frock marrom com gola branca, calça azul estampa de ondas em tons de azul combinado com bota preta e bolsa marrom
Foto: @linneklund. (Reprodução/Instagram)

E você, já assistiu Bridgerton? Que tal maratonar no fim de semana.


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Nesse fim de semana, dentro da minha bolha do Instagram, todo mundo só falava de uma coisa... a estreia de 'Emily in Paris', nova série da Netflix protagonizada e produzida por Lily Collins. 

Série 'Emily in Paris'. Foto: Divulgação/Neftlix
Na história, Emily trabalha como marketing executive, em Chicago, e por conta de um imprevisto acaba assumindo um trabalho dentro de uma agência em Paris. Lá ela é recebida de forma não muito amigável pelos colegas franceses, que implicam com ela e não dão chance da garota americana mostrar ao que veio.

Bom, o frenesi em torno da série se dá, em grande maioria, pelo fato de seu criador ser Darren Star, o mesmo de Sex and the City, protagonizada por Sarah Jessica Parker - que influenciou não somente a moda da época, como também milhares de meras mortais a quererem seu Manolo Blahnik próprio. 

Além disso, a responsável pelo figurino da série é ninguém menos que Patricia Field, que assinou o styling de nada menos do que The Devil Wears Prada e da própria Sex and the City.

Ou seja, a expectativa era de paisagem deslumbrante parisiense, looks maravilhosos e diversão.

Mas aí saiu o primeiro trailer e eu simplesmente fiquei sem entender os looks a princípio tão promissores. O estilo da personagem parecia mais do mesmo, uma mistura das obras acima citadas com Gossip Girl, e nada, eu reforço, nada empolgante ou atual. 

Mesmo assim fui assistir bem curiosa para ver o resultado e devo admitir que os looks caídos não me deixaram tão incomodada quanto o comportamento da protagonista.

Foto: Reprodução/Google
Primeiro, Emily manda logo a mentira em seu currículo dizendo que sabe falar francês - quem nunca né?! -, mas mesmo assim consegue ir trabalhar na França, e a impressão que tenho é que ela sequer se esforçaria para aprender a língua. Por óbvio o fato incomoda seus colegas, que cumprem o típico estereótipo do francês antipático.

Se isso já não fosse um bom motivo para que na vida real a personagem fosse demitida, ela ainda apronta um monte com os clientes e a chefe. 

Com relação a criar na cabeça do expectador a imagem de que ela trabalha com marketing e está ali para trazer a perpectiva americana de negócios, ouvimos apenas frases prontas e soltas de como as marcas representadas por sua agência devem melhorar o engajamento nas redes sociais. Sim, essa é basicamente a única estratégia dela o tempo todo! 

Venhamos e convenhamos, não precisa nem formação na área para saber como a comunicação com o público dentro das redes sociais são de extrema importantância hoje em dia.

Dentro daquele universo, Emily pode fazer tudo de errado e ainda sair por cima o tempo todo, o que me soa bobo e não me deixou desenvolver uma conexão com a protagonista. Tudo parece simples demais para ela de uma maneira ruim.

Em todos os episódios eu consegui adivinhar logo como estes terminariam, o que não requer nenhuma habilidade especial, e já nos primeiros cinco minutos eu sabia como a série terminaria. Adoro coisas cafonas e clichês, mas tudo tem seu limite.

Porém, a gota d'água para minha birra com a personagem foi ela querer pegar o namorado da amiga, algo esquematizado de uma forma que me lembrou muito quando Carrie continuou mantendo um caso com Big mesmo sabendo que ele tinha se casado, alguém com que ela pelo menos já havia se relacionado anteriormente.

Foto: Reprodução/Google
De forma geral, Carrie Bradshaw também não me cativava muito com aquele jeito de colocar seus problemas acima de tudo e de todos, mas pelo menos eu conseguia me divertir com ela. 

A verdade é que ao comparar 'Emily in Paris' com 'Sex and The City' estou sendo injusta, considerando que eu amo essa última, sei diálogos de cor e me lembro até da trilha sonora de alguns dos episódios, traduzindo, sou muito fã. Ainda que não ame a protagonista, eu consigo me sentir parte daquele universo e daquela amizade.

Por outro lado, aqui nem Lily Collins, que eu particularmente acho carismática, conseguiu segurar a chatice de sua personagem. Eu me peguei rindo uma vez em todos os dez episódios, UMA MÍSERA RISADA, enquanto com sua precursora, que reassisti no ínicio da quarentena, eu me diverto horrores.

A única coisa que me foi entregue é o cenário parisiense de tirar o fôlego, mas que outras séries, por mim consideradas melhores, também me entregaram.

Foto: Reprodução/Google
Embora minha opinião não tenha grande valia, eu caí no maior catfish e acabei ficando presa em um loop de horas assistindo algo que, no fim, nem curti - should have known better. 

Resultado final: Ringard.

E vocês, já assistiram a série? O que acharam? O sotaque francês do boy é a única coisa boa na série?
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Talvez nunca tenhamos discutido tanto sobre bem-estar da mente quanto ultimamente. O motivo por trás disso é claro: a situação em que o mundo se encontra nos obriga a repensar valores, crenças e o papel de nossa saúde mental no enfrentamento das adversidades.

◽ Veja também: Dicas para te ajudar a se sentir melhor em tempos difíceis

Na tentativa de se adaptar à uma nova realidade desafiadora como a de agora, os podcasts com temáticas voltadas a bem-estar e saúde mental podem ser grandes aliados, levantando discussões sobre problemas que permeiam o cotidiano e pensamos ser exclusivos nossos, além de proporcionar momentos de conforto e relaxamento em meio ao caos.
Foto: Reprodução/Freepik
Abaixo você confere 5 podcasts que abordam a temática para ouvir já.

estamos bem? podcast
Foto: Reprodução/Spotify
Sob o lema "Graças a Deus é segunda-feira", os jornalistas Thiago Theodoro e Bárbara dos Anjos Lima comandam o ESTAMOS BEM?, o que eles definem como uma jornada de autoconhecimento em busca de jeitos mais leves de viver a vida.

new me podcast
Foto: Reprodução/Spotify
O NEW ME é um espaço para ouvir falas terapêuticas, breves reflexões da vida cotidiana baseadas nas percepções clínicas obtidas por Louise Madeira, psicóloga e voz por trás do podcast, em seus quase 40 anos de profissão.

bom dia, obvious
Foto: Reprodução/Spotify
O BOM DIA, OBVIOUS é comandado por Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa da Obvious Agency. Além de saúde mental, os episódios abordam outros temas do universo feminino, como carreira, autocuidado e relacionamentos.

esquizofrenoias podcast
Foto: Reprodução/Spotify
Apresentado por Amanda Ramalho, que convive com ansiedade social, depressão e transtornos bipolares, o ESQUIZOFRENOIAS tem a função de desmistificar e naturalizar questões em torno da saúde mental, deixando os tabus de lado.

autoconsciente podcast
Foto: Reprodução/ Spotify
Fazer com que as pessoas tenham relações mais harmoniosas com elas mesmas é um dos objetivos do AUTOCONSCIENTE, podcast conduzido por Regina Giannetti, especialista em desenvolvimento pessoal e mindfullness, que quer te ajudar a entender melhor a mente e as emoções.

◽ Confira ainda: 5 podcasts sobre moda para ouvir
+ 5 documentários sobre música na Netflix que você precisa assistir
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Nem só de filmes e séries é composta a Netflix. Apesar de todo o seu sucesso estar atrelado à estes formatos, ela ainda têm em seu catálogo inúmeros documentários, sobre os mais variados temas, para agradar todo mundo.

E é claro que não faltariam opções para os fãs de música, não é mesmo? Por isso, confira uma seleção de 5 documentários musicais disponíveis na plataforma de streaming mais famosa do mundo.

Foto: Reprodução/Netflix
Em 'What Happened, Miss Simone?', assistimos a uma imersão na carreira e vida pessoal de uma das cantoras e pianistas mais brilhantes do último século, mostrando as dificuldades em ser uma artista negra no cenário sociopolítico americano dos anos 60, o relacionamento conturbado com o marido e seu envolvimento com o ativismo.

Foto: Reprodução/Netflix
Já ouviu falar em Quincy Jones? Nesse documentário você descobre mais sobre a carreira de um dos melhores produtores musicais do mundo. Com mais de 60 anos de experiência na área, e uma coleção de Grammys, Quincy já trabalhou com grandes nomes como Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Miles Davis, além de Michael Jackson, cuja parceria resultou no álbum Thriller, o mais vendido de todos os tempos.

Foto: Reprodução/Netflix
Não há como negar que Whitney Houston foi uma das maiores cantoras de todos os tempos. O documentário é uma ode à artista, que, com sua voz poderosa, conquistou um lugar de destaque no mundo da música, sendo a primeira mulher em carreira solo a alcançar o topo das paradas norte-americanas por sete vezes consecutivas.

Foto: Reprodução/Netflix
Dirigido por ninguém menos que Martin Scorsese, 'Rolling Thunder Revue' acompanha os bastidores da turnê de mesmo nome feita por Bob Dylan em 1975. O formato é composto por partes ficcionais e não ficcionais, por meio de registros feitos à época e depoimentos atuais. O ponto alto é ver ali retratado o relacionamento entre Dylan e outros grandes artistas, como é o caso da cantora Joan Baez e o famoso poeta e ativista Allen Ginsberg, companhias constantes do cantor em sua jornada.

Foto: Reprodução/Netflix
Por fim, temos Beyoncé, que simplesmente quebrou a internet ao lançar seu documentário 'Homecoming', em 2018, no qual ela revela os bastidores do seu histórico show no Coachella, o primeiro com uma mulher negra como headline. Te desafio a ver esse documentário e não ouvir a trilha sonora no Spotify até cansar.

Não deixe de indicar seus documentários favoritos nos comentários.
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Sem sombra de dúvidas, 2019 foi o ano do podcast. Embora exista há algum tempo, o formato, até então voltado a um nicho muito específico, explodiu mesmo no último ano.

Mas, afinal, o que é podcast? Se você ainda não ouviu falar sobre - o que é praticamente impossível - agora é o momento.

Os podcasts são como programas de rádio, porém de essência diferente, já que nada ali é ao vivo. A produção ocorre em forma de episódios, distribuídos, normalmente, nas diversas plataformas agregadoras, como o Google, Spotify, Itunes etc., permitindo aos usuários que os escutem quando e onde quiserem.

Para todo conversa que surge, principalmente na internet, existe um podcast correspondente, desde crimes, entretenimento, negócios, bem-estar, e por aí vai. Até mesmo empresas consolidadas no mundo da comunicação tradicional - rádio, tv, mídia impressa...-, migraram parte de seu conteúdo para o formato.

E, como não poderia ser diferente, não faltam podcasts para tratar de temáticas relacionadas ao mundo da moda. Por isso, selecionamos 5 opções sobre o assunto para você ouvir e ficar por dentro das novidades no seguimento.


HIGH LOW

As jornalistas Isabel Junqueira e Olivia Merquior são as vozes por trás do High Low, espaço onde falam sobre moda e sua relação com temas cotidianos e polêmicos, como cinema, arte, política, religião, dentre vários. Ainda, elas sempre fazem entrevistas com grandes nomes da moda nacional por lá, como Daniela Falcão, Constanza Pascolato e Ney Matogrosso.

- Disponível no Spotify e Apple Podcasts.

FASHIONISMO PARA OUVIR

Se você lê blogs há um bom tempo, provavelmente conhece o Fashionismo, blog da Theresa Chamas, com 11 anos de existência, que agora conta com um podcast. Ali ela comenta o que está rolando no universo da moda, beleza e lifestyle. Não liga muito para moda, mas curte decoração? Sem problemas, pois não faltam episódios sobre decor, já que a Theresa, além de entusiasta do assunto, é arquiteta por formação.

- Disponível no Spotify, Apple Podcasts e Google Podcasts.

ESTILO POSSÍVEL

Além de ser uma das fundadoras do podcast Um Milkshake Chamado Wanda, a Marina Santa Helena, que é consultora de estilo, tem seu próprio local para comentar tudo o que acontece no mundo da moda. No Estilo Possível ela apresenta a questão de forma muito democrática, desmistificando todo o glamour que a cerca e aproximando-a para a vida real. Aliás, dá até para mandar dúvidas fashion para a Marina responder no programa.

-Disponível no Spotify, Deezer e Apple Podcasts.

BUSINESS OF FASHION PODCAST

Gosta da parte de negócios da moda? Nesse caso, o podcast do Business Of Fashion vai te agradar. Seguindo a linha editorial do site, os episódios abordam discussões não somente sobre a indústria da moda, como, também, sobre outros temas atuais, embasadas por visões acuradas de especialistas sobre cada tópico abordado.

- Disponível no Spotify e Apple Podcasts.

GIRLBOSS RADIO

Sophia Amoruso, fundadora do Girlboss e da marca Nasty Gal, comanda o Girlboss Radio desde 2015. A premissa é desenvolver conversas com mulheres que construíram carreiras de sucesso, independente da área de atuação. Rosie Huntington-Whiteley, Jameela Jamil, Aimee Song, Sarah Jessica Parker e Leandra Medine Cohen, do Man Repeller, são alguns dos nomes que já apareceram lá.

-Disponível no Spotify e Apple Podcasts.
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